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Abro mão da miséria lunática social, para nutrir-me da essência regada pela fantasmagórica poetização mundial, ainda que seja criada apenas por mim.
Interiorana do Estado de São Paulo, faço do meu nicho social, minha revolução.
Kim Walachai
Um café, uma xícara e Eu.
"A EXISTÊNCIA CARACTERIZA O REAL... MAS O SURREAL, NÃO ANULA O QUE DE FATO EXISTE!"
sexta-feira, 4 de março de 2011
É sexualidade, é confuso e não é amor!
Dos registros mais realistas que busquei conhecer, estão os de Freud.
É dramaturgia, é ficção, é solidão e não é amor.
Admiro sua sabedoria em escritos moralmente cabíveis, mas nada aceitáveis perante os intolerantes.
Crença é crença e pronto! Assim como conclusões, são individuais ainda que compartilhadas.
Não há o que aceitar naquilo que não se conhece, a menos que procure entender, respeitar e principalmente vivenciar.
Creio que as diversidades postas sobre a mesa, fizeram do trabalho de Freud algo tão interessante, a ponto de derrubar tabus e questionar o mundo a sua volta.
O que vale mesmo é como se interpreta a filosofia de Freud. Cada um toma pra si, o que lhe convém e o que lhe acrescenta em algo produtivo ou não.
No meu caso, respiro minha poesia e teorias. Mas confesso o quanto Freud está presente em meu universo paralelo, em meio ao caos estabelecido por mim, através do que a sociedade me oferece.
Gosto das reflexões de Freud, por não serem objetivas. Não gosto do óbvio!
Uso e abuso das metáforas, até elas gritarem e me pedirem pra parar. Mas eu não paro! Só suavizo a discussão. É um dos meus vícios mais frios.
Não sei o que seria de mim, sem as palavras. Assim como imagino, que para Freud, viver sem os estudos relacionados à sexualidade, faria Dele não se sentir Freud, nem caberia em si.
Nós somos sobras e continuações dos outros. Somos pedaços do que gostamos e até do que repudiamos no próximo. Um contraste do que de fato é nosso e do que apenas acreditamos possuir.
Que a metamorfose não se limite, mas que também não nos condene! Esse é o meu desejo, pode até ter sido o de Freud e creio que seja o de todos nós.
Para quem pretende ser condenado pelas interferências externas, a ponto de se iludir e perder-se de si, deixo meus pêsames.
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